Luciana pé de cana poderia ser apenas rima de efeito jocoso ou efetiva constatação do descontrole com bebidas alcóolicas. Mas acontece que eu sou mesmo pé de cana. Caiana, de preferência. No Brasil, até o século XIX, a cana-de-açúcar utilizada para fabricar rapadura era a Crioula. Depois, veio a Caiana, que é mais resistente a pragas, e, posteriormente, surgiram inúmeras variedades como a Cana Rosa, Fita, Bambu, Carangola, Cabocla, Preta, entre outras. O fato é que eu não sei qual é a cana que consigo comprar para consumo próprio. Sabemos pouco sobre esta fruta. Seria fruta? Não, não é. Acreditem, mas a cana-de-açúcar é classificada como uma gramínea. Agora sim entendo melhor: chupar cana demanda uma certa ruminação. Vaquinha. Hahaha. Com origem na Papua-Nova Guiné, essa grama tropical perene, aqui no Brasil, está mais relacionada à produção de etanol para alimentar veículos e, claro, à fabricação de açúcar, além da tradicional garapa de feira, que também não dispenso. Entretanto, am...
Ah poesia!!!!quando então vem junto a. fotografia...casal perfeito😍
ResponderExcluirLindo!
ResponderExcluirLeila Sebastiana da Cruz
Minha querida prima Lu, poeta da melhor qualidade.
ResponderExcluirMárcia Carvalho
O tempo pesa como ouro, sim. Também acho. Sempre pesou.
ResponderExcluirTambém acho que os textos combinaram muito bem com as fotos.
Karla Liparizzi
A poesia nos ajuda tanto a transitar por estes tempos tenebrosos, né?
ResponderExcluirCynthia Chayb
Lindo! Só agora li.
ResponderExcluirAdorei "alva aparição"... lindo e suave.
Clarice Veras
Ótimo, adorei!
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