Diário da Maçã – Dia três
Bryant Park: bucólico refúgio em meio ao caos das sirenes Eu curto astrologia e tenho um pezinho (o meu é pequeno) no misticismo. Por isso achei interessante algumas coincidências numerológicas dessa viagem para NY. Quem sabe não foi por isso que tudo tenha dado tão certo? O que vai ser de onde era o WTC Dez anos depois, eu embarco para passar dez dias na Big Apple. Não foi proposital. Só mais tarde percebi o fato. Como se cada dia representasse um ano inteiro de saudade... Meigo, né? Aí a gente chega no hotel e o nosso quarto é o 1404. Data do aniversário da minha irmã Nena, que era a debutante na cidade. Empire State de arco-íris em prol da tolerância total E, quando a gente senta no Metropolitan Opera House, descobre que o número da cadeira da Nena também é 14. Um prato cheio para o jogo do bicho... É borboleta, não? Pois é, o ponto alto do dia três em Manhattan foi levar minha adorada irmãzinha minúscula (às vezes eu abraço a Nena e penso que vou quebrá-la) para conhec...